“Se não for excelente, nem vale entregar.”
Caminhos possíveis
Experimentar padrões diferentes
Escolha duas tarefas parecidas. Faça uma no seu padrão habitual e a outra em menos tempo, deliberadamente “boa o suficiente”. Compare resultado e satisfação.
Definir limite de tempo antes
Combine com você quanto tempo aquilo merece e entregue no fim do prazo. O limite substitui a busca por um ponto final que não chega.
Olhar o processo, não o veredito
Em provas, entrevistas e apresentações, a parte sob seu controle é a preparação e a conduta; o resultado depende de fatores alheios. Avalie o que você fez, não só o que aconteceu.
Contar os erros como custo de aprender
Anote o que um erro ensinou. Sem esse registro, cada falha vira apenas prova contra você.
Não recusar o bom esperando o ideal
Insistir numa versão perfeita — de trabalho, de parceiro, de projeto — faz recusar oportunidades boas e possíveis. Vale perguntar se você busca excelência alcançável ou uma fantasia que impede qualquer movimento.
Você pode se reconhecer aqui
- Projeto criativo
- Estudo
- Quando você passa mais tempo preparando-se do que executando.
- Antes de uma entrevista, prova, conversa difícil ou apresentação.
Um exercício
- Durante uma semana, anote atividades com duas notas: quão perfeita ficou e quanto você gostou de fazer.
- No fim, compare as colunas e veja se as notas altas de perfeição são as de maior satisfação.
- Escolha uma tarefa recorrente para manter em padrão “suficiente” e observe as consequências reais.