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Regulação emocional

Você não escolhe o que acontece, mas escolhe como reage

Você não escolhe muitas das coisas que acontecem com você. Mas quase sempre sobra uma escolha: como reagir a isso. Essa ideia vem da observação de pessoas em condições extremas, onde quase tudo havia sido tirado delas: liberdade, posses, controle sobre a própria vida. Mesmo assim, pessoas na mesma situação reagiam de formas muito diferentes. Algumas mantinham gentileza, outras se tornavam cruéis. As circunstâncias pesam, mas não decidem tudo sozinhas. Essa liberdade não é para mudar a situação. É para escolher que postura assumir dentro dela, mesmo quando o espaço para isso é pequeno.

“Do jeito que as coisas estão, eu não tenho escolha nenhuma.”

LiberdadeEscolhaAtitude

Perguntas para explorar

Dentro do que eu não escolhi, o que ainda é escolha minha?

Que tipo de pessoa eu quero ter sido nesta situação, quando ela passar?

Esta ideia é frequentemente virada contra quem sofre, como se bastasse querer. Ela não serve para julgar ninguém de fora, nem para tirar responsabilidade de quem cria condições ruins — e quem está exausto, doente ou em perigo precisa de mudança concreta, não de exortação.

Base desta orientação

Experiência pessoalFilosofiaPsicologia clínica

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