Perguntas do tipo "devo terminar ou não", "aceito ou não aceito" costumam parecer que resumem toda a decisão, mas geralmente escondem alternativas que ninguém parou para procurar — versões intermediárias, combinações das duas opções, ou caminhos que ainda nem foram imaginados. Um jeito de destravar isso é forçar a mente a sair do par de opções que já está na mesa.
“Só consigo ver duas opções: fazer ou não fazer.”
OpçõesCriatividadeDecisão
Próximos passos
- Imagine que nenhuma das opções que você está considerando agora está mais disponível. O que você faria? Liste pelo menos três respostas antes de voltar às opções originais.
- Em vez de comparar uma opção de cada vez, desenvolva duas alternativas genuinamente diferentes ao mesmo tempo — não duas variações pequenas da mesma ideia.
- Pergunte-se se alguma combinação das opções originais resolveria o problema melhor do que escolher só uma.
Essa é uma situação diferente de já estar preso entre duas opções ruins (aí o problema é a qualidade das opções, não a quantidade) e diferente de ter opções demais e travar por excesso de escolha. Aqui o problema é enxergar poucas opções demais quando provavelmente existem mais.
Esse exercício ajuda a gerar mais opções, mas não substitui avaliar com cuidado as que já existem — gerar alternativas demais também pode virar uma forma de adiar a escolha.
Base desta orientação
·Orientação prática