“Se eu não sirvo mais para nada, o que sobra de mim?”
Perguntas para explorar
De onde vem o valor que eu atribuo a mim: do que eu entrego ou de outra coisa?
Eu trataria outra pessoa com esse mesmo critério?
Ética e vida coerente
Confundir dignidade com utilidade parece inofensivo até a conta chegar. Se alguém vale pelo que produz, então quem está velho, doente ou incapacitado passa a valer menos — e historicamente é assim que sociedades inteiras justificaram descartar pessoas. A posição oposta é que o valor é incondicional e não some junto com a capacidade: ele não depende de estar produzindo hoje, e não é apagado nem pelo adoecimento mais grave. Isso vale para como você olha para os outros e, em algum momento da vida, para como você vai precisar olhar para si.
“Se eu não sirvo mais para nada, o que sobra de mim?”
De onde vem o valor que eu atribuo a mim: do que eu entrego ou de outra coisa?
Eu trataria outra pessoa com esse mesmo critério?
Parece que preciso produzir para ter valor.
ORIENTAÇÃONão sei quem eu seria sem o meu cargo.
ORIENTAÇÃOOlho para trás e sinto que desperdicei minha vida.
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