É um exercício de imaginação usado em terapia, e funciona melhor escrito do que pensado. A ideia é sair do meio da história, onde tudo parece inacabado, e olhar para ela de um ponto em que já terminou. Isso costuma mudar o que aparece como importante: coisas que hoje ocupam muito espaço somem, e outras que passam despercebidas ganham peso. A parte mais difícil, e mais útil, é incluir no balanço também o que foi sofrido — não para embelezar, mas para ver o que aquilo produziu em você.
“Não consigo enxergar sentido nenhum na minha história.”
ExercícioBalançoFinitude
Um exercício
- Imagine-se com oitenta anos, no fim da vida, olhando para trás.
- Escreva o que essa pessoa diria sobre a vida que teve.
- Agora inclua nessa retrospectiva o período que você está vivendo hoje.
- Leia o que escreveu e observe o que mudou de tamanho.
O exercício pode mexer com arrependimento e luto. Se o que aparecer for pesado demais para carregar sozinho, é material para conversar com alguém, não para revisar sozinho de madrugada.
Base desta orientação
🧠Psicologia clínica